Páginas

sábado, 5 de novembro de 2011

Atualizando...

(atualização do meu post do dia 15/06/2011 com meu status):

Peso: 55 kg (sim, engordei)
Comendo: Muito bem.
Dormindo: Meio insone, umas 5 horas por dia.
Choppadas: ZERO (mas agora é culpa da monografia)
Chocolate: Brigadeiro *_*
DVD: How I Met Your Mother
Livro: Horror- The Film Reader (Mark Janonvich)
Filmes: The Omen, Halloween, Deixe Ela Entrar são os próximos a serem assistidos.
Não tenho feito Palavras Cruzadas.
Enjoei de Tetris.
Caminhadas pelo horto viraram lenda.
Continuo comendo muito pão de queijo.
Agradáveis conversas em família.
Carbolitium.
Terapia: still NOT.
Ioga e meditação não me tornaram menos ansiosa.
Não fui classificada no Banco do Brasil.
Meus inseparáveis brincos de pérolas em cima da escrivaninha sumiram.
Número de mensagens recebidas no celular: 2
Pensamentos: Mais otimistas.
Dores no coração: ZERO.
Quantidade de choro: ZERO.
Ataques de ansiedade: 2 a cada 7 dias.
Risadas: Algumas.
Emoções: Altamente emotiva.
Vontade de desaparecer: ZERO.
Vontade de estar com alguém: 8 de 10. (infelizmente a pessoa agora está longe)

O momento que antecede o surto



O pior projeto que se pode começar é aquele em que já se conta, desde início, com o fracasso. Mas é impossível acreditar que vai dar certo. Eu sinto que minhas forças estão se esvaindo e por mais que eu queira, eu sei que não vou conseguir, sei que falharei. E não é por nada que possa ser mudado, mas porque a mediocridade é algo arraigado em mim e eu nunca vou conseguir ser mais do que sou, ou seja, do que gostaria muito de ser.


Talvez eu esteja me esmerando demais nesse trabalho, ou talvez eu realmente tenha uma dificuldade em concluir esse tipo de coisa. Ou então, como já me disseram, pode ser a tal da Síndrome do Peter Pan me atacando. Mas Deus sabe o quanto quero sair dessa faculdade, então pq inconscientemente eu pareço estar ligada a ela?


Meu pai enxerga alguma coisa em mim, mas eu não vejo nada: só vejo resultados esparsos de esforços, mas nada que me dignifique nem que se diga: "isso eu faço bem".


Estou melancólica, mas eu não quero transparecer. Estou lutando contra eu mesma para não cair novamente, mas é tão difícil quando alguém te empurra...


E ele que dizia que estaria aqui para me ajudar agora está em outro lugar, sabe-se lá...

Estou prestes a surtar, entre a linha tênue da neurose máxima e da sanidade. Me esforçando para não cair na real, me esforçando para continuar vivendo um dia de cada vez. Uma hora eu vou conseguir. E espero não bater a cara no muro quando descobrir que não valeu de nada...