Existe um momento da vida de qualquer pessoa onde ela terá que lidar com a perda de uma pessoa que ela ama. Isso pode significar a morte ou a separação definitiva, mas nenhuma das duas é pior que a outra no sentido da dor que se sente.
Acordei de um pesadelo onde uma pessoa que eu gosto muito morria e voltava várias vezes. E eu sabia quando a pessoa voltava que ela voltaria a morrer, mas eu sempre falhava na tentativa de ajudá-la. E isso me perturbou durante o dia inteiro, senti uma angústia porque aquilo foi tão vívido, tão real, que eu me sentia culpada por tê-lo sonhado. Culpada por não ter salvo algo que não precisava nem ser salvo.
"Cada homem deve inventar o seu caminho" disse Sartre, mas o que seria do caminho de um homem sem outro homem para guiá-lo ou desviá-lo? Acredito que nós, seres humanos, temos um propósito de existir. Nada é por acaso. Não existe dor sem ferida, nem caos sem uma ordem a ser perturbada. Não existe um caminho sem um lugar aonde se chegar, uma estrada sem um destino a nos chamar. E é a partir daí que uma escolha pode mudar não uma só vida, mas toda uma história.
Nesse meu sonho, meu subconsciente tentava me dizer uma coisa: você não pode mudar o mundo. Não pode lutar contra as forças naturais e misteriosas do universo. Mas você pode controlar algo muito importante: você mesma.
Tentando interpretar passo a passo: a pessoa que morria voltava várias vezes, e eu sempre ficava angustiada sabendo que logo ela morreria de novo e toda a dor e sofrimento voltariam. Mas o que eu não via era que eu estava antecipando tudo isso e não aproveitava o momento que eu tinha com ela. E lá se ia ela morrer outra vez.
E é isso que prende a maioria das pessoas hoje em dia. As impede de prosseguir. Esse medo de viver e encarar as coisas de peito aberto não é nada fácil. Parafraseando novamente Sartre, "O homem se inventa a cada dia". É preciso estar preparado para qualquer coisa em qualquer tempo, mas não deixar a paranóia nos envolver.
É nos momentos mais difíceis da nossa vida que só poderemos contar com nós mesmos para superar. O momento onde a opinião do outro é importante, mas não é decisória. Onde decidimos que amar alguém é um complemento e não uma necessidade avassaladora. E conseguir isso se chama encontrar a felicidade.
Acho que hoje eu fechei um ciclo, meio que sem querer. Eu me desconectei de todas as pessoas que me faziam mal constantemente, seja direta ou indiretamente. Parei de esquentar minha cabeça com coisas que não fazem sentido, como remoer o passado ou tentar dar chance a coisas que definitivamente não devem acontecer.
Acordei de um pesadelo onde uma pessoa que eu gosto muito morria e voltava várias vezes. E eu sabia quando a pessoa voltava que ela voltaria a morrer, mas eu sempre falhava na tentativa de ajudá-la. E isso me perturbou durante o dia inteiro, senti uma angústia porque aquilo foi tão vívido, tão real, que eu me sentia culpada por tê-lo sonhado. Culpada por não ter salvo algo que não precisava nem ser salvo.
"Cada homem deve inventar o seu caminho" disse Sartre, mas o que seria do caminho de um homem sem outro homem para guiá-lo ou desviá-lo? Acredito que nós, seres humanos, temos um propósito de existir. Nada é por acaso. Não existe dor sem ferida, nem caos sem uma ordem a ser perturbada. Não existe um caminho sem um lugar aonde se chegar, uma estrada sem um destino a nos chamar. E é a partir daí que uma escolha pode mudar não uma só vida, mas toda uma história.
Nesse meu sonho, meu subconsciente tentava me dizer uma coisa: você não pode mudar o mundo. Não pode lutar contra as forças naturais e misteriosas do universo. Mas você pode controlar algo muito importante: você mesma.
Tentando interpretar passo a passo: a pessoa que morria voltava várias vezes, e eu sempre ficava angustiada sabendo que logo ela morreria de novo e toda a dor e sofrimento voltariam. Mas o que eu não via era que eu estava antecipando tudo isso e não aproveitava o momento que eu tinha com ela. E lá se ia ela morrer outra vez.
E é isso que prende a maioria das pessoas hoje em dia. As impede de prosseguir. Esse medo de viver e encarar as coisas de peito aberto não é nada fácil. Parafraseando novamente Sartre, "O homem se inventa a cada dia". É preciso estar preparado para qualquer coisa em qualquer tempo, mas não deixar a paranóia nos envolver.
É nos momentos mais difíceis da nossa vida que só poderemos contar com nós mesmos para superar. O momento onde a opinião do outro é importante, mas não é decisória. Onde decidimos que amar alguém é um complemento e não uma necessidade avassaladora. E conseguir isso se chama encontrar a felicidade.
Acho que hoje eu fechei um ciclo, meio que sem querer. Eu me desconectei de todas as pessoas que me faziam mal constantemente, seja direta ou indiretamente. Parei de esquentar minha cabeça com coisas que não fazem sentido, como remoer o passado ou tentar dar chance a coisas que definitivamente não devem acontecer.
Ame a si mesmo acima de tudo, e depois ame a quem te ama. É essa a fórmula da equação perfeita da vida.
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